Massa de modelar ecológica


Uma ótima maneira de ensinar as crianças sobre a importância de preservar o meio ambiente é através da diversão. Já está provado que, ensinar usando algum tipo de incentivo que traga diversão, é possível obter melhores resultados.

Pensando nisso a designer Kathryn Egnaczak criou o Eco-Kids, um kit para crianças que vem com massa de modelar e tinta que não usam produtos químicos em sua composição. Com este produto você oferecerá beneficios em dobro para seus filhos. Irá ensinar como se preocupar e preservar o meio ambiente e será uma ótima fonte de diversão e risadas.

[Via Hype Desire]

Primeras informações sobre jardim botânico do futuro em Cingapura


Acabam de ser liberadas algumas informações de como deve ficar o Bay South, um incrível jardim botânico coberto árvores solares super-altas que é referido como o maior projeto de um jardim em Cingapura. Feito pela Grant Associates, o espaço verde de 101 hectares ficará prósimo ao resort Marina Bay e contará com duas biosfers botânicas e uma série de estruturas em forma de árvore que serão como jardins verticais.

Em outubro o projeto Bay South ganhou a Competição Internacional de Design de Cingapura. O jardim terá um bioma húmido para plantas tropicais e um bioma seco para plantas de ambientes mediterrânicos.

A característica mais marcante do projeto são as grandes estruturas em forma de árvore, que irão funcionar como jardins verticais que recolhem água da chuva e energia solar para manter e iluminar o projeto. As árvores terão entre 30 e 55 metros de altura e serão envoltas por samambaias, trepadeiras e flores.

A primeira fase do projeto será posta em prática em 2011, e um segundo projeto de 32 hectares chamado de Bay East está em desenvolvimento e terá jardins aquáticos e um centro de educação.

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Reservas retêm 15% do estoque de CO2

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As reservas naturais são uma solução eficiente e barata para diminuir os impactos do aquecimento global. É o que mostra a publicação Soluções Naturais: áreas protegidas ajudando as pessoas a enfrentar as mudanças climáticas, lançado pelo Programa da Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Banco Mundial e pelas organizações União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), The Nature Conservancy, Wildlife Conservation Society e WWF.

Essas áreas funcionam como reservas de carbono — ou seja, absorvem parte do gás carbônico da atmosfera, ajudando a deter os efeitos do aquecimento global. De acordo com o estudo, elas ocupam 14% da superfície terrestre e respondem por 15% das reservas mundiais de carbono, o equivalente a 312 bilhões de toneladas (ou 312 gigatones). O volume equivale a, aproximadamente, 883 vezes as emissões do Brasil (353 milhões de toneladas em 2006, segundo dados do Centro de Análise de Informações sobre Dióxido de Carbono) e 11 vezes as emissões anuais do planeta (28,4 bilhões).

Países em Desenvolvimento

O livro evidencia a importância da contribuição dos países em desenvolvimento – e do apoio dos países desenvolvidos a eles - para a mitigação das mudanças climáticas, uma vez que 60% das reservas naturais se encontram na África e na América. Só a parte brasileira da Amazônia protegida em reservas deve prevenir o desmatamento de 670.000 km², o que evitaria a emissão de 8 bilhões de toneladas de carbono, aponta o estudo.

Além de eficientes, as reservas são um investimento barato. Segundo as estimativas do documento, a adaptação mundial às mudanças climáticas custará de US$ 75 bilhões a US$ 100 bilhões a partir de 2010, e somente as reservas da Bolívia, México e Venezuela, por exemplo, que somam 25 milhões de hectares florestais, retêm cerca de 4 bilhões de toneladas de CO2, que valem de US$ 39 bilhões a US$ 87 bilhões em créditos de carbono.

“Na corrida por novas soluções para as mudanças climáticas, corremos perigo de negligenciar uma alternativa comprovadamente bem-sucedida. As áreas protegidas são um investimento feito pelas sociedades há milênios, utilizando estratégias tradicionais, que provaram seu potencial e eficácia nos tempos modernos”, declara o gerente de Conservação de Paisagens da WWF internacional, Alexander Belokurov.

Adaptação

Mais que mitigar os efeitos do aquecimento global, armazenando e capturando CO2 da atmosfera, os ecossistemas florestais protegidos também proporcionam adaptação às mudanças climáticas. São espaços para escoamento e dispersão de enchentes, evitam a erosão e garantem a fertilidade do solo, são capazes de impedir a formação de tempestades arrasadoras, além de preservar a biodiversidade do planeta, dificultando a propagação de pragas.

As reservas naturais também mantêm a produtividade do solo, permitindo a preservação de importantes áreas de extrativismo, das quais dependem muitas comunidades rurais e indígenas. Além disso, garantem o abastecimento de água de grandes centros urbanos. Segundo o livro, cerca de um terço das 100 maiores cidades do mundo dependem de reservas florestais para seu abastecimento.

“As condições de vida de comunidades rurais, que já têm suas vilas ameaçadas pelas mudanças climáticas, piorará significativamente sem uma ação imediata”, alerta.

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br

Primeira incubadora de econegócios do País investe em novas cadeias produtivas




Lixo é matéria-prima de diversas pequenas empresas instaladas em uma incubadora que funciona em aterro sanitário no município de Cariacica, Região Metropolitana de Vitória


Cariacica - Não é sonho, é realidade. A economia verde e o planeta agradecem. Se todos os aterros sanitários fossem iguais à Marca Ambiental, na Grande Vitória (ES), a humanidade suspiraria aliviada e as futuras gerações certamente teriam menos problemas ambientais para enfrentar.

Além de ser um raro exemplo da iniciativa privada nesse segmento, geralmente identificado como missão do setor público, o aterro sanitário Marca Ambiental, instalado na periferia do município de Cariacica, integrante da região metropolitana da capital capixaba, está mudando definitivamente o significado da palavra lixo e das expressões resíduos sólidos e líquidos para matérias-primas, insumos ou recursos sólidos de novas e inovadoras cadeias produtivas. Essa solução é economicamente viável, gera lucro e empregos, inclusive.


A diretoria da Marca Ambiental sempre foi sensível à questão ambiental e buscou soluções sustentáveis para o tratamento dos resíduos coletados nas ruas e avenidas de Vitória. Atualmente sua clientela é formada pelas prefeituras da capital capixaba e de mais 60 cidades da região metropolitana e do interior, que são responsáveis pelo desembarque de mais de mil toneladas de resíduos por dia no aterro sanitário privado.

Participante do Programa Capixaba de Materiais Reaproveitáveis (PCMR), a empresa foi uma das primeiras a apoiar a iniciativa pioneira, fruto da parceria entre o governo estadual, por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos e do Instituto Estadual do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos, com o Sebrae no Espírito Santo e o Instituto Idéias.

Em 2006, o Instituto Marca de Desenvolvimento Socioambiental (Imadesa) foi fundado para consolidar a atuação da empresa Marca Ambiental na área da responsabilidade social e objetivando se tornar referência no segmento ambiental. Nesse ano, o Imadesa abriu as portas do aterro sanitário para a instalação da primeira incubadora de econegócios ou negócios ambientais do País, denominada Incubalix. O instituto também se tornou um importante parceiro do PCMR.

Parceria e mercado


Parceria é a palavra-chave da iniciativa inédita e exemplar capixaba da empresa, instituto e incubadora de econegócios. A Incubalix foi viabilizada por meio da parceria entre o Imadesa e o Sebrae/ES, segundo seus dirigentes. A preocupação em atuar de acordo com o mercado e com o aval do setor acadêmico é prioridade absoluta da primeira incubadora de econegócios do País.

Desenvolver produtos e serviços correspondentes às necessidades de mercado e possuir viabilidade econômica são premissas condicionantes aos projetos que pretendem se tornar integrantes da Incubalix. O conselho deliberativo da incubadora, composto por representantes da empresa Marca Ambiental, Imadesa e Sebrae/ES, é responsável pela avaliação e aprovação dos projetos dos futuros econegócios e ecoindústrias.

“Para ser incubado aqui, o projeto deve ser inovador em termos de produto, processos e ou serviços. E também tem que ser aceito pelo mercado. Não adianta inventar propostas, que não serão aceitas pelo mercado”, explica Alessandra Schirmer, gestora da Incubalix.

A convocação de participantes se dá por meio de editais. As propostas devem ser oriundas de residentes na Grande Vitória e interior do Estado. Os autores podem ser pessoas físicas ou jurídicas que desejam obter apoio no desenvolvimento de produtos e serviços para a implementação de novas empresas ou já existentes, mas que querem elevar seu nível tecnológico e gerencial para se tornar mais modernas, eficazes e competitivas. Projetos de pesquisa científica e tecnológica também são bem-vindos nos editais da Incubalix. Conheça os editais no site www.imadesa.org.br.

Primeiro mundo

A curta trajetória da Incubalix, suas instalações e estrutura tecnológica, organizacional, logística e de gestão impressionam autoridades, estudantes, especialistas e visitantes em geral, que conhecem o aterro Marca Ambiental, onde está sediada a incubadora. As ecoindústrias lá incubadas contam com apoio de serviços de escritório, áreas e prédios para instalação, equipamentos e contratação de mão-de-obra local. Gerar emprego e postos de trabalho para as comunidades próximas ao aterro é objetivo importante da incubadora e do Imadesa.

É impossível deixar de relacionar o grande empreendimento sanitário e socioambiental capixaba com similares, implantados em países mais desenvolvidos. Os diversos materiais descartados pelos milhares de moradores de Vitória e municípios vizinhos, que são depositados diariamente no aterro Marca Ambiental, são cuidadosamente armazenados, separados e transportados até as pequenas ecoindústrias, em desenvolvimento e ou funcionamento em sua área.

A sede e instalações do aterro possuem estilo arquitetônico coeso com a proposta do empreendimento, ou seja, são construídos com tijolos e telhas ecológicos, produzidos no mesmo local, entre outros detalhes. Jardins, áreas reflorestadas e até criação de avestruzes e caprinos também fazem parte desse aterro totalmente diferenciado dos demais.

Outro detalhe importante: não se sente mau cheiro, nem se vê urubus sobrevoando as células, enormes e profundas valas devidamente isoladas do solo com material impermeabilizante, para evitar o vazamento e contaminação dos lençóis freáticos, onde são enterrados os resíduos não reaproveitáveis. Ao esgotar a capacidade da célula, sua superfície é reflorestada com mudas de eucalipto e pinus canadense, que darão corte, anos depois.

Incubadas e graduadas

No momento, quatro pequenas ecoindústrias incubadas, e uma quinta candidata, que pretende desenvolver fertilizante orgânico a partir dos resíduos também orgânicos, depositados diariamente em toneladas no aterro, integram a Incubalix. São elas: Biococo, Revertec, Biomarca e Fertsan.

A primeira é considerada o carro-chefe da Incubalix e produz mantas e artefatos feitos com fibras de coco. O produto serve para ser aplicado em áreas degradadas ou desmatadas, pois auxilia no processo de retenção de sementes e mudas jovens no solo, em áreas a serem reflorestadas, entre outras funções. A Revertec recicla e reaproveita materiais oriundos da desmontagem de equipamentos e aparelhos eletroeletrônicos para serem revendidos no mercado interno e externo.

A Biomarca é uma pequena fábrica de biocombustível, cuja matéria-prima são óleos descartados por bares, restaurantes, condomínios, entre outros. Na incubadora, a empresa desenvolve o projeto de uma pasta biopolidora de alumínio, já em fase de registro de patente, que é um subproduto encontrado na produção de biodiesel com aplicação no mercado varejista para limpeza. A Fertsan reaproveita os resíduos do setor sucroalcooleiro, alimentando uma pequena estação de energia termoelétrica no aterro.

Além dos empreendimentos incubados, o aterro Marca Ambiental sedia econegócios já graduados e em franca atividade no mercado capixaba: a ecofábrica de papel reciclado, à base de ervas e flores; a ecoindústria Marca de Vassouras PET para varreção de ruas; a ecoindústria de Marca de Tijolos Ecológicos; a ecoindústria Marca de Telhas Ecológicas; a ecoindústria Marca de Tinta Ecológica, a matéria-prima utilizada são os resíduos da exploração de rochas ornamentais no Estado capixaba; a ecoindústria Marca de Grãos de Plástico; e a ecoindústria Marca de Sacolas Recicladas, de plásticos descartados no aterro.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias - em 21/12/2009

Designer autraliano cria produtos feitos de papelão e plástico reciclado



Feitos a partir de materiais reciclados e recicláveis, os produtos Tiger do designer australiano Anthony Dan são produtos ecologicamente corretos que podem ser dobrados para tornar o transporte e o armazenamento mais fácil.Os principais materiais usados são plástico e papelão que podem ser reciclados a qualquer hora.



Os produtos incluem uma cadeira de bebê, um banquinho e uma luminária. Todos foram desenhados e criados para durar até mesmo com uso pesado. Além ecologicamente corretos e atraentes, os produtos Tiger já gan haram o prêmio Pad de sustentabilidade de 2007.

Você pode comprar qualquer um desses produtos acessando o site Paper Tiger Porducts.



Edifíco que está sendo construído no Japão é totalmente ecológico



Localizada no coração de Osaka, a Asukasa Tree Home é um edifício intergrado com o meio ambiente que está em construção na cidade japonesa. Inspirado por um conceito sustentável, o prédio tem colunas interligadas para apoiar as lajes de cada andar. As placas são então preenchidas com terra para que plantas possam crescer.



A energia da Asukasa vem de fontes sustentáveis como a luz do sol, o vento e a chuva. Este é um exemplo claro que a arquitetura pode ser ecologicamnete correta em qualquer lugar, mesmo estando no meio de uma cidade industrializada.

 

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